Nosso semiárido é do mundo?- Comida de Verdade

João Lucas França – Radialista e comunicador do Centro Sabiá.

Quando a gente fala em crise climática, é muito comum olhar para grandes florestas, para o gelo derretendo, para as grandes cidades do mundo. Mas existem outros territórios que também estão no centro dessa discussão.

E um deles está bem aqui: o Semiárido brasileiro. Um território marcado pela Caatinga, pela agricultura familiar, por diferentes formas de convivência com a seca, mas também pelos impactos cada vez mais fortes das mudanças do clima.

Em agosto, essa discussão chegou até Ulaanbaatar, na Mongólia. Foi lá que aconteceu a COP17, a Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação. E o Semiárido brasileiro também esteve lá. Representado por organizações, por experiências dos territórios e também pelas juventudes.

Quando a Caatinga e o Semiárido brasileiro chegam a uma conferência internacional, o que eles têm para dizer ao mundo? A gente volta até a COP17, na Mongólia, para falar de desertificação, justiça climática, agroecologia e, principalmente, do papel das juventudes na defesa dos territórios semiáridos.

Conversamos com Sival Fiuza, graduando em Letras pela UFRPE/UAST, jovem multiplicador da agroecologia (CJMA) e integrante da Rede de Juventudes da Plataforma Semiáridos América Latina.

Comida de Verdade é o seu programa de todos os sábados, para falar de alimentação e agroecologia, valorizando nossas feiras e a cultura local. Todos sábados, às 10h30, na Rádio Universitária 99.9 FM e retransmissão na Rádio Universitária Paulo Freire 820 AM – Formato podcast no Spotify do Centro Sabiá! https://open.spotify.com/show/5Yeo5PhoEelWIpuC6cYERE 

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